terça-feira, 22 de outubro de 2013

O raio dos velhos!!!

 Escrevi este texto precisamente quando me estava a sentir incomodada tanto a nível auditivo, mas também a nível de conforto. Passo a citar:
 "Estes velhos não se sabem calar. Só sabem é falar de doenças deles e dos outros; falam alto , querem que os outros pensem que estiveram pior que qualquer outra pessoa.
 Falam de hérnias, cancros, dos hospitais onde estiveram. A mulher que está com eles e, à minha beira é tão grande que nem me consigo mexer. Se ela tentar ler isto vai ter muito azar com certeza, mesmo com óculos, todos os velhos vêem mal..."
 Aqui está um texto bem diferente em relação ao habitual, mas é um texto do momento, logo vivido e também um pouco opinativo quanto aos "velhos".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Mais vale estar calado

 Às vezes mais vale é estar calado. Nós até dizemos coisas interessantes, mas o que é interessante ou divertido para nós pode ser extremamente estranho para os outros. Até podem não achar estranho, mas se acharem aquilo normal, os amigos pensarão que essa pessoa também é estranha...
 Presenciei alguns episódios do género recentemente: uma amiga minha começou a dançar uma dança que aparecia na sua "serisinha" e, toda a turma achou aquilo um pouco estranho. Retorquiram todos o nariz.
 Para mim, desde que ela esteja feliz e que se esteja a divertir, que dance. As pessoas têm cada complexo e isso só faz atrasar a sociedade. Eu ainda posso dar outro exemplo. Saí à noite no outro dia e, também houve muitas coisas que disse e que nem se quer obtiveram resposta ou qualquer outro tipo de manifesto. Claro que fiquei um pouco desanimada e perguntei-me (como ainda hoje me pergunto): será que eu sou tão diferente dos outros?
 Por tanto, deixem de ter complexos e deixem de criticar os outros por qualquer "merdinha" que façam! Isso são minhocas na vossa cabeça. Vocês pensam ou querem fazer pensar que são coisas estúpidas, mas até as acham divertidas.
 Lembrem-se! Estes complexos só fazem com que a sociedade regrida.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A morte é uma indiferença

 Ontem aconteceu-me algo que nunca imaginei que pudesse vir a acontecer: um suicídio.
 À pouco tempo escrevi que devíamos falar com estrangeiros, pois sim, acho que devemos; mas à custa disso criei uma boa amizade com um turco e, ontem aconteceu a coisa mais estapafúrdia, estupefactizante, enervante, entristecedora,... O rapaz teve uma overdose(...)
 Eu só vi os comprimidos na mão e o momento em que ele os pôs na boca(...) não consegui ver se ele engoliu(...) Chorei imenso, mas acho que foi um acto instintivo e não por me sentir mal.
 Hoje contei a algumas pessoas o sucedido e, não senti assim tanta tristeza... talvez seja por não ter a certeza de que ele esteja morto, mas na verdade é o mais provável de ter acontecido(...)
 Talvez para mim o sentimento pós-morte me seja indiferente, mesmo não crendo em qualquer religião.
 Já é mau ir "servir de tijolo", para debaixo da terra, acrescentando o facto de o morto ter 18 anos e querer se suicidar por estar farto da sua vida... é muitíssimo mau(...)
 NENHUMA RAZÃO É UMA BOA RAZÃO PARA QUERER O SUICÍDIO.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

"Canção do bandido"

 Amigos, todos nós os temos, nem que sejam os nossos familiares. Uns, só os têm por interesse, outros, porque é um bem essencial e natural. Eu, só os consigo ter se conseguirem adquirir a minha confiança; é claro que não deixo de falar com imensa gente, por não serem meus amigos, mas não é qualquer um. Se as pessoas não forem honestas comigo, como é que eu posso também mostrar o meu verdadeiro "eu"?
 Todos nós temos várias visões/perspectivas acerca das amizades. Da que vou falar com certeza que já a tiveram e estiveram quase nessa situação. Este caso não se aplica a mim, mas quase que se podia aplicar: um rapaz e uma rapariga são amigos. Com certeza que já estão a pensar... o rapaz quase sempre apaixona-se pela rapariga e, ela não quer nada com ele, ou por não gostar dele ou, para não estragar a bela amizade que têm (que se acabou de se desembelezar a partir do momento em que o rapaz se declarou).
 Não sirvo propriamente de testemunho para estes casos; mas sei que a maioria destas raparigas em vez de aproveitarem o amor "a mais" que o amigo tem para lhe dar, começa a namorar com um rapaz que só sabe é cantar "a canção do bandido", ou seja, namora com ela por namorar.
 No meu caso, tenho a certeza que isto não aconteceria, pelo menos "a canção do bandido" não agrada muito os meus ouvidos; mas cada caso é um caso... e estas raparigas que claramente ficaram cegas com um falso amor, vão na "canção" e pronto, acontece o sabido...
 No fim lá se vai a bela amizade e lá se vai o suposto amor do namorado...

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Desculpar ou Perdoar

 Somos todos "filósofos populares" e hoje dei por mim a filosofar sobre a diferença entre o desculpar e o perdoar. À primeira vista a impressão que temos é que as palavras significam o mesmo; até eu pensei que significavam o mesmo, mas depois pus-me a pensar e de facto têm significados bem diferentes. Ora pensem bem!
  Desculpar é difícil, porque nem sempre qualquer desculpa nos/lhes serve, logo não vamos ou desculpar ou ser desculpados. Perdoar é mais fácil, principalmente para quem não guarda rancor. Podemos perdoar e ignorar totalmente a pessoa ou os actos que praticou, já desculpar é bem diferente. Não podemos aceitar todas as desculpas que nos dão para contra argumentar, assim toda a gente mentia e o mundo seria muito pior.
 Não pensemos que mentir é mau, porque nem sempre podemos dizer a verdade. Lembremos-nos de alguns desses actos de mentir e perceber se ficá-mos com remorsos ou se nos/lhes trouxeram vantagens! Mentir nem sempre é mau, mas nem sempre é bom e, acho que todos ou quase todos temos essa percepção.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O amor preenche a tristeza

 Todos nós já tivemos as nossas paixõezitas e "fracos" por alguém. Esse sentimento perdura ou não. Mas é esse sentimento que nos preenche o vazio e que é capaz de curar as nossa tristezas e sonhos incapazes de se concretizar.
 Eu tenho vários sonhos assim como qualquer pessoa e, cada vez mais tenho menos expectativas para eles; mas há sempre algo que poderá tornar uma pessoa feliz e substituir esses sonhos. Basicamente é trocar vários sonhos por um só sonho. Ser amada e amar outra pessoa é capaz de preencher esse espaço pequeno mas grande e valer por esses sonhos todos...
 Devemos amar os outros que nos são chegados, porque tal como nós precisamos disso, os outros também precisam; mas também devemos de amar as pessoas que não nos são tão chegadas, porque está no nosso instinto e é também um dever. Somos uma sociedade, temos que nos apoiar e entendermos-nos, mesmo que tenhamos gostos e opiniões diferentes; porque o ser humano é só uma espécie que tem a mais, a inteligência e isso faz toda a diferença.
 Não queremos ser como os gatos que dormem porque comer dá sono e comem porque dormir dá fome. Queremos ter sonhos e expectativas e, sobretudo ser-mos amados, porque o ser humano nasceu para ser amado já os outros animais não, apenas completam o nosso habitat assim como nós completamos o deles.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Beber para aproveitar a liberdade

 Os pais têm uma preocupação constante quando os filhos saem à noite. A preocupação é aceitável, mas também é uma mostra de receio em relação à educação que deram aos filhos. Não são crianças, mas sim adolescentes; parece que todos os adultos acham que a adolescência é uma fase complicada da vida, o que não é mentira nenhuma, e que é nestas alturas que cometem loucuras tais como consumir álcool.
 Os progenitores dão a liberdade que é precisa, só que por vezes os jovens  não a sabem aproveitar. Se apanharem bebedeiras não é comigo, mas para não fazerem os vossos pais andarem a" moer os miolos" a pensar o que andam a fazer, "bebam" à frente dos vossos pais. Ás vezes pensamos que eles não aceitam o facto de nós consumirmos bebidas alcoólicas, mas lá no fundo até querem que experimentemos tal como muitos deles quando tinham a nossa idade.
 Falando dos jovens adolescentes, vontade não lhes falta para experimentar e de certo que experimentam, mas para que é que têm tanta pressa? Se é para mostrar que são crescidos, desistam! Não mostram porque há sempre qualquer coisa em vocês que faz com que nós pensemos que não deveriam estar a consumir o que estão a consumir.
 Bebam! Mas com moderação e juizinho como toda a gente diz!